Bom dia para nascer ©
Categoria: Literatura

Quando nasci, um anjo baldio desses que fingem brincar de Deus disse: vai, Tarlei, ser feliz na vida. E eu fui!

De tão feliz que sou, de tão inteiramente grato à vida e à arte, desejei que o ArteVida desse as caras no ciberespaço no dia do meu aniversário. É um bom dia para nascer. O céu do ciberespaço passa a contar com mais um objeto não identificado vagando invisível por essas vastidões virtuais. Está, potencialmente, à distância de um clique. Contudo, entre possibilidade e gesto pode haver inumeráveis desvios.

Tudo que cai no ciberespaço nasce com a prerrogativa da exposição máxima. O que faísca dali, porém, costuma ficar condenado à visibilidade mínima – ou nenhuma. De todo modo, não será esse pressentimento de invisibilidade que vai refrear meu ímpeto de semeador perdulário.

Avante, meu blog! Siga estes versos da canção Tudo de novo, do Caetano: “Minha mãe me deu ao mundo / De maneira singular / Me dizendo a sentença / Pra eu sempre pedir licença / Mas nunca deixar de entrar”.

Entro na rede já devedor. O nascimento do blog deve muitíssimo a três pessoas fundamentais: as amigas Soninha e Lúcia, incentivadoras de toda hora para eu ir em frente na aventura; e o Vilhena, webdesigner que desenhou o espaço que pretendo cobrir de inutilezas. Muito obrigado!                                   

 

© Nota de canapé: Livro saboroso de crônicas do Otto Lara Resende, organizado por Matinas Suzuki Jr., e que resultou da sua última contribuição para a imprensa.    


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