Todo dia é dia ©
Categoria: Literatura

Todo dia é dia de agradecer, mas o ser este 21 de setembro o dia mundial da gratidão, torna-o mais que propício para o gesto. Todos os dias tenho motivos para agradecer e não seria diferente hoje. A gratidão maior é por estar vivo, cheio de graça e não menos cheio de garra para viver o que vier. O arco da gratidão é imenso e abrange todos os lances de sorte que o destino – ou isso que chamamos tão descuidadamente de destino – vem dispondo no meu caminho. Na conta da gratidão entram família, amigos, professores e mais a tanta diferente gente que não cessa de encostar suas vidas na minha. “Aprendi que se depende sempre de tanta, muita, diferente gente” (Gonzaguinha). E há que agradecer muito a toda essa gente que cuida da gente, que olha pra gente, que se desperdiça com a gente. Na categoria “Gente que se desperdiça com a gente”, tenho um agradecimento especial a fazer. Falo dos leitores que, não bastando desperdiçarem-se na leitura do que disponho aqui neste recanto, ainda despetalam palavras mais que gentis e generosas na direção deste escriba. Para essa desmesura de atenção, muito obrigado é muito pouco. O sentimento de gratidão é na mesma medida tanto para quem se desperdiçou comigo uma única vez quanto para os que se prodigalizam em repetidos gestos de atenção. Aqui faço um agradecimento geral a todos, mas não dispenso o agradecimento pessoal e intransferível que – salvo alguma mudança de endereço – já terá pousado na caixa de correio de cada um. De minha parte, resta fazer pousar na tela mais um “muito obrigado!”, mesmo sabendo que minha gratidão será sempre maior do que quantos mais “muito-obrigados” eu faça deslizar pela tela.

© Nota de canapé: Livro da escritora Fernanda Duarte que já desfolhei mais de uma vez. Dele digo: livro li(n)do, reli(n)do e recomendado vivamente.


(10)


    Marineide oliveira
    21 de setembro de 2014

    Amei inteiro, inteiro, inteiro, Tarlei!
    Beijos e carinhos, menino!


    Josiane
    21 de setembro de 2014

    Nós é que agradecemos, sempre.
    Um grande abraço, Josi.


    Rosa Amélia P. Silva
    21 de setembro de 2014

    Oi, Tarlei, meu querido amigo.
    Não me esqueci. Não há como esquecer de um amigo tão amigo quanto você. Mas confesso, nesses últimos tempos não tenho lido muito aqui na rede… Só leituras específicas. Já já retorno às leituras. Li o texto publicado. Lindo… tão lindo quanto quem o publica para que possamos dele desfrutar. Realmente, gratidão é um sentimento do coração.
    Obrigada pelo carinho e sinta-se acarinhado aqui, pelo meu post saudoso, sem poesia, mas carinhoso.
    Beijinhos.


    Angela Delgado
    21 de setembro de 2014

    Imagine, Tarlei, não há o que agradecer, pelo menos a mim.
    Apenas sempre externei o sentimento que você fazia brotar em mim…
    Agradeço eu por suas crônicas e seu carinho.
    Um abraço.


    Nathalia Leão
    21 de setembro de 2014

    Tarlei, é sempre um prazer compartilhar com você o encantamento por ler as suas crônicas! Quero demonstrar o meu agradecimento a você também pela sua generosidade e desprendimento! Vida longa ao seu Blog Artevida!
    Grande abraço de luz!


    Tarlei
    22 de setembro de 2014

    Obrigado, Nathalia!! Como é bom ter amigos que se desperdiçam com a gente!! Meu ArteVida está quase no fim. Para os padrões internéticos, considero que ele já tem uma longa vida. Senão veja: desde mai/2010 ele pisca sua desimportância no céu do ciberespaço.
    Abs,
    Tarlei


    Tarlei
    22 de setembro de 2014

    Imagine, Angela, se eu não devia a você o maior dos agradecimentos!! Afinal, você está entre os amigos de quem mereci repetidas (e belíssimas) palavras de carinho.
    Abs,
    Tarlei


    Tarlei
    22 de setembro de 2014

    Olá, Rosa! Entendo perfeitamente a pouca leitura na rede, ainda mais estando você a poucos dias da defesa da tese que a fará doutora em Rosa.
    Bjs,
    Tarlei


    Tarlei
    22 de setembro de 2014

    Obrigado, minha querida Josi! Agradecer é sem fim. E que bom que seja assim!
    Bjs,
    Tarlei


    Tarlei
    22 de setembro de 2014

    Isso (o ser tão generosa) é você inteira, inteira, inteira, Mari!
    Gracias, menina!






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