
12
mai/13
Face a face ©
Tenho um certo gosto em ir contra a corrente, em não sucumbir aos imperativos da hora. No entanto, em um capítulo capitulei: tenho Facebook, ou Face, como dizem todos. Meu perfil é mais ou menos recente. Acabo de viver a experiência de um segundo aniversário como integrante das tais redes sociais. (Não gosto dessa denominação genérica que pluraliza mesmo quando se está apenas no Face. Estando no Face, eu estou nas redes sociais.) No meu primeiro aniversário no Face, recebi vários cumprimentos, muitos, inclusive, só de Facefriends com os quais nunca estive face a face. Recebidos os cumprimentos, tive de enfrentar a maratona de agradecer a cada um, mesmo ao mais que sucinto “Parabéns! Felicidades!”. Mesmo ao mais sucinto dos cumprimentos eu quis agradecer de forma personalizada. Ufa! Foi mesmo uma maratona. Em nome da verdade, que não me atrai nem um pouco, devo confessar que em alguns raríssimos casos sucumbi ao telegráfico “Obrigado, fulano!”. Comentando com uma sobrinha sobre a maratona, aprendi que os cumprimentos do tipo “Parabéns! Felicidades!” merecem apenas um “Curtir”. Recebi bem a dica, mas o comentário da sobrinha me fez ver que eu, pensando estar sendo elegante, estava, em verdade, ferindo uma regra da netiqueta. Minha sobrinha tem uma natureza pragmática que nunca conseguirei ter. Pensando bem é isso mesmo: respostas personalizadas apenas para cumprimentos idem. Foi o que NÃO fiz no meu segundo aniversário como Facebooker.
© Nota de canapé: Belíssima parceria de Sueli Costa e Cacaso.
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