Perfil a lápis
Categoria: Literatura
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Nasci (1963) e vivi até os 18 anos numa cidadezinha do interior goiano. Guardo do barro que me moldou tesouros irresgatáveis. Vivi outros 18 anos em Uberlândia, Minas Gerais, local escolhido para a mineração do barro primordial. Hoje vivo numa cidade que me deu eixo e asas. Busco o equilíbrio possível entre o dever (a profissão que me ocupa as horas pagas) e o deleite (as palavras a mancheias que preenchem minhas horas vagas). Diariamente agradeço o ter despertado para a leitura justo quando parecia condenado à tirania dos números: virei bancário aos 19 anos, mesma idade em que me tornei um leitor crônico. Tanto tempo de entrega ao ofício de ler só reforça em mim o sentimento de que estou apenas no princípio – e no princípio era o Verbo…

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Aviso aos navegantes
Categoria: Música
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Este blog nasceu do desejo de entrelaçar arte e vida. Junto com o desejo, veio a idéia de enfeitar cada post com um laço, brevemente explicado em Nota de canapé1, colhido das artes que têm a palavra na sua urdidura: literatura, música, cinema, teatro ou televisão. A idéia do enfeite se estendeu a todas as seções do blog e está explicada no post O guia dos curiosos.

Para tecer cada post, eu, humilde tecelão, saio à cata dos fios com que costurar o texto lançando-me à prazerosa tarefa de observar a vida “se vivendo em nós e ao redor de nós”2.

Mesmo que a ancoragem biográfica dê o tom deste espaço, ele se pretende aberto a intertextualidades explícitas, folias intersemióticas, baratos afins e outras mumunhas mais.

O raro teleitor3 aceita o convite para remar comigo nesse cantinho do ciberespaço? Será um prazer!

1 Sacada genial do Rubem Alves que está no “Livro sem fim” (São Paulo: Editora Loyola, 2002);

2 Clarice Lispector;

3 Neologismo que cunhei para leitor de tela.

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